sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Desencadenamiento, desenganche y desarraigo: uso, abuso, mal uso y desuso del diagnóstico

"[...] ainda que a psicanálise nada tenha de universal, Freud pensou que todo mundo era louco, ou seja, delirante. Ficou longe daquele Lacan para o qual "não se torna louco quem quer". Aqui a loucura não é uma raridade, senão o mais comum. Se todo o mundo delira, se todo mundo sai da casinha a sua maneira, todos somos únicos. É um corolário do projeto inicial de Freud: seu propósito de deduzir o normal a partir do patológico terminou por demolir a noção de normalidade, e, se o normal não existe, todo o mundo é louco."


"[...] aunque el psicoanálisis nada tenga de universal, Freud pensó que todo el mundo era loco, o sea, delirante. Lejos quedó aquel Lacan para el cual “no se vuelve loco el que quiere”. Aquí la locura no es una rareza, sino lo más común. Si todo el mundo delira, si todo el mundo se va de pista a su manera, todos somos únicos. Es un corolario del proyecto inicial de Freud: su propósito de deducir lo normal a partir de lo patológico terminó por demoler la noción de normalidad, y, si lo normal no existe, todo el mundo es loco."



Fragmento do texto de Gerardo Arenas (EOL). Confira o texto completo clicando aqui.

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